Com as novas descobertas e a evolução da suplementação nutricional os jovens estão começando no esporte de alto rendimento cada vez mais cedo. Solução ou problema?
Através dos principios básicos do treinamento desportivo, o que podemos chamar de receita principal, o professor pensa que com a execução de estímulos o atleta irá se adaptar e desencadear respostas favoráveis. Isso é o esperado, porém a ciência do treino vai muito mais além:
Ao nascer a criança apresenta um genótipo, que é a carga genética adquirida, de graça, dos seus antecessores, essa carga irá interferir diretamente na construção de grande parte das valências físicas importantes para o esporte. Nesse momento que é a idade para iniciação esportiva.
Cada esporte "pede" idades de iniciação diferente. De acordo com o:
Princípio 01: Será que esse atleta tem mesmo potencial para esse tipo de esporte?
Princípio 02: Vocação Esportiva - Será que estou no lugar certo?
Príncipio 03: E a minha idade? Estou maduro o suficiente para receber cargas extras;
Príncipio 04: Estímulo + respostas + mais estímulos = adaptação = mais estímulos
Principio 05: Adaptação
Principio 06: Volume x intensidade
Principio 07: Especificidade
Princípio 08: Fase competitiva
Aptidão e esforço
Não basta querer. Querer não é poder como muitos dizem por aí.
Nesses 20 (vinte) anos de experiência na vida esportiva, tenho observado os inúmeros erros dos profissionais. De um lado escolhendo/selecionando jovens atletas e "gastando" tempo precioso e levando-os a pensar que estarão em breve disputando um campeonato nacional e até mesmo uma Olimpíadas. Grande erro, pois, existe um empecilho, que é a genética associada ao fenótipo, que irá determinar se esse jovem virá ou não a ser um grande atleta.
Fatores que interferem na "construção" de um atleta.
O atleta não é um ser que precisa somente estímulos para se tornar um campeão. a construção se da a partir de sondagens de potencial genético, vocação esportiva para tal modalidade, pré-disposição para a prática desportiva, dedicação exclusiva e aplicabilidade, sem contar a habilidade motora que terá um papel muito importante na evolução da vida atlética do elemento trabalhado.
O segredo das "misturas" até a construção do atleta.
A) O que eu tenho de valências físicas e até onde eu posso alcançar?
B) Execução de testes frequentes para aferir / quantificar as valências e trabalhá-las ;
C) Combinando as valências (força, resistência, velocidade, agilidade, endurance, resistência de velocidade, equílibrio, destreza , outras...)
OBS.: Somente com a pratica e o estudo continuado, os erros, só assim iremos chegar a um projeto de expectativa em relação a um atleta como um "todo".
Através dos principios básicos do treinamento desportivo, o que podemos chamar de receita principal, o professor pensa que com a execução de estímulos o atleta irá se adaptar e desencadear respostas favoráveis. Isso é o esperado, porém a ciência do treino vai muito mais além:
Ao nascer a criança apresenta um genótipo, que é a carga genética adquirida, de graça, dos seus antecessores, essa carga irá interferir diretamente na construção de grande parte das valências físicas importantes para o esporte. Nesse momento que é a idade para iniciação esportiva.
Cada esporte "pede" idades de iniciação diferente. De acordo com o:
Princípio 01: Será que esse atleta tem mesmo potencial para esse tipo de esporte?
Princípio 02: Vocação Esportiva - Será que estou no lugar certo?
Príncipio 03: E a minha idade? Estou maduro o suficiente para receber cargas extras;
Príncipio 04: Estímulo + respostas + mais estímulos = adaptação = mais estímulos
Principio 05: Adaptação
Principio 06: Volume x intensidade
Principio 07: Especificidade
Princípio 08: Fase competitiva
Aptidão e esforço
Não basta querer. Querer não é poder como muitos dizem por aí.
Nesses 20 (vinte) anos de experiência na vida esportiva, tenho observado os inúmeros erros dos profissionais. De um lado escolhendo/selecionando jovens atletas e "gastando" tempo precioso e levando-os a pensar que estarão em breve disputando um campeonato nacional e até mesmo uma Olimpíadas. Grande erro, pois, existe um empecilho, que é a genética associada ao fenótipo, que irá determinar se esse jovem virá ou não a ser um grande atleta.
Fatores que interferem na "construção" de um atleta.
O atleta não é um ser que precisa somente estímulos para se tornar um campeão. a construção se da a partir de sondagens de potencial genético, vocação esportiva para tal modalidade, pré-disposição para a prática desportiva, dedicação exclusiva e aplicabilidade, sem contar a habilidade motora que terá um papel muito importante na evolução da vida atlética do elemento trabalhado.
O segredo das "misturas" até a construção do atleta.
A) O que eu tenho de valências físicas e até onde eu posso alcançar?
B) Execução de testes frequentes para aferir / quantificar as valências e trabalhá-las ;
C) Combinando as valências (força, resistência, velocidade, agilidade, endurance, resistência de velocidade, equílibrio, destreza , outras...)
OBS.: Somente com a pratica e o estudo continuado, os erros, só assim iremos chegar a um projeto de expectativa em relação a um atleta como um "todo".
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